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Ser CIO é difícil em qualquer
lugar, mas é um pouco mais difícil no Norte e
no Nordeste do Brasil. Sempre que o CIO das regiões
distantes do Sudeste precisa de serviços de boa
qualidade, precisa pagar a viagem, o hotel e as
refeições de um profissional — o que aumenta o
custo da boa qualidade, e aumenta o custo da inovação.
Mesmo assim, o CIO do Norte e do Nordeste não
se deixa assustar: como em qualquer lugar, a TI
não pode virar empecilho à estratégia da empresa.
Esta mesa-redonda com CIOs do Norte e do Nordeste
foi coordenada pelo diretor editorial do Informática
Hoje, Wilson Moherdaui, e pelo editor executivo,
Márcio Simões. Participaram 11 profissionais:
Antônio Carlos Gil Costa, gerente de TI da Deten
Química; Antonio Manoel Ribeiro de Almeida, gerente
de TI da J. Macêdo; Astênio Araújo, gerente de
TI da Satélite Distribuidora de Petróleo; Eduardo
Raimundo Oliveira Braga, gerente de TI da Caraíba
Metais; Gleybson Arruda, gerente de TI da Guararapes
Confecções; Jadson Almeida, gerente de TI da G.
Barbosa; Luidgi Machado, gerente de TI da Agripec
Química Farmacêutica; Mael de Franceschi, gerente
de TI da Companhia Ferroviária do Nordeste; Margarida
Kiyoko Kobayashi Dourado, gerente de TI da Albras
e da Alunorte; Sandra Camelo dos Santos, superintendente
de TI da Chesf; e Sérgio Pinto, gerente de TI
da Laginha Agroindustrial.
IH — Para vocês, quais
foram e quais são os principais desafios de TI?
Como é tocar a área de TI longe do eixo Rio—São
Paulo?
EDUARDO
— Com os meios de contato disponíveis,
estar na Bahia faz pouca diferença. Mas, conforme
o sistema a instalar, pode não haver profissionais
com bagagem por perto. Recentemente abortei um
projeto, porque os representantes do fabricante
na região estavam pouco qualificados para levar
o projeto adiante. Esse projeto atrasou dez meses.
Eu teria sucesso se importasse profissionais desde
o começo. Mas, para determinados trabalhos, temos
boas empresas na região. E entendemos a dificuldade,
por parte do fornecedor, de montar uma estrutura
na Bahia: não é fácil desbravar o Brasil. Como
somos uma empresa grande, não podemos ficar acomodados,
precisamos sair na frente — e assim, quando preciso
de mão-de-obra especializada, meus custos se elevam.
Quanto aos desafios: para 2006 e 2007, temos quatro
principais. Vamos selecionar um ERP, que seja
único para todas as empresas do grupo, inclusive
as cinco fábricas. Cada empresa já tem seu sistema
e por isso, dentro do grupo todo, temos vários
módulos fiscais, vários módulos de RH, esse é
o drama. A idéia é chegar a 2007 com todo mundo
trabalhando igual. Outro projeto grande é o plano
diretor de automação, no chão-de-fábrica mesmo.
O ERP e a automação das fábricas devem se encontrar.
As informações têm de subir para a gerência. Somos
dois CIOs, ligados ao presidente do grupo Paranapanema,
mas estou escolhendo o ERP pelo grupo inteiro,
com a ajuda de um comitê.
ASTÊNIO
— Em Natal, tenho poucos problemas para
encontrar especialistas, até porque a migração
de São Paulo para Natal é grande. A Satélite surgiu
em 1996, era só um posto de gasolina, e hoje fatura
US$ 1 bilhão por ano. Trabalho com distribuidoras
de combustíveis de Belém ao Rio de Janeiro. Como
conseguimos crescer, e o que isso tem a ver com
informática? Nos concentramos nos postos de gasolina
do interior, pequenos e desassistidos. Descobrimos
que as pessoas nos postos mais distantes não gostam
de ser atendidas só pelo telefone; elas precisam
de uma conversa, um aperto de mão, a cada três,
quatro meses. Mas 100% das nossas vendas são feitas
via call center. Nosso supervisor de vendas virou,
assim, um consultor de negócios. A Satélite terminou
2004 vendendo 50 milhões de litros, e vai terminar
2005 vendendo 100 milhões. Estamos inaugurando
mais dez filiais, até no Estado de São Paulo.
E a TI precisa estar sincronizada com essa velocidade.
Uma das tarefas, que hoje está meio órfã, é a
reengenharia de processos. A TI acabou assumindo
isso e criou uma profusão de comitês. Temos dez
comitês apadrinhados pela TI, além de mais uns
70 comitês internos; eles fazem a reengenharia
dos processos. Por exemplo: vamos trocar o software
de gestão, vamos instalar uma ferramenta com inteligência
artificial para a avaliação de crédito, vamos
consolidar todos os canais com os bancos, estamos
instalando uma ferramenta de balanced scorecard.
Temos um projeto de voz por IP nas dez filiais,
e devemos usar a tecnologia na base toda. Um grande
desafio final é a governança da TI.
SÉRGIO
— O pessoal de Maceió supre minhas necessidades.
O representante precisa só conhecer a tecnologia
que representa, porque, para mim, é mais fácil
lidar com quem fala ó xente do que lidar com quem
fala muitos termos americanizados. Mas quem nos
visita não conhece o negócio da cana-de-açúcar
— nossa empresa é muito vertical, cuida do plantio
da matéria-prima à distribuição do produto final.
Somos empresa agrícola, empresa de transporte,
indústria e comércio; e fazemos a manutenção do
transporte e da indústria. Nossa maior dificuldade
é que nosso parceiro, quando precisa de suporte
do fabricante, nem sempre tem apoio. Quanto aos
desafios, estamos consolidando toda a área de
OLTP (transações online, como as do ERP), que
começamos a trocar em 1999. Em 2006, o investimento
maior será em infra-estrutura. Vamos dar ênfase
a intranet e extranet, porque precisamos melhorar
o contato com nossos clientes. E é impossível
trabalhar sem business intelligence e balanced
scorecard.
ANTÔNIO
— A gente tenta desenvolver o parceiro
local, trazer tecnologia e conhecimento para perto
de nós, porque a gente paga o custo da viagem.
Às vezes, a gente esbarra na falta de visão dos
empresários locais; nem sempre eles se preparam
para crescer ou para o atendimento pós-venda.
Desafios: somos uma empresa petroquímica, muito
influenciada pelo preço do petróleo. Na ponta,
nosso produto é matéria-prima para detergente
biodegradável. Para nós, aumentar os preços é
bem difícil, porque nossos clientes são empresas
muito grandes, Gessy Lever, Procter & Gamble.
Isso combinou com o projeto de BI, estamos fazendo
um BI para inteligência competitiva, com a monitoração
dos preços internacionais de matéria-prima, do
preço do próprio produto, da condição do mercado.
Eu também sou gestor da área de documentação da
empresa, com biblioteconomia, arquivo técnico.
Tocamos um projeto de gestão da documentação corporativa,
para ver como as informações nascem, qual seu
ciclo de vida, como recuperar as informações,
isso com taxionomia, que é a estruturação por
assuntos. A partir de dezembro, estamos instalando
um CRM corporativo, que está vindo da Espanha,
onde fica a matriz. Então, o sujeito visitou um
cliente, entra com a informação, e ela fica disponível
para todo mundo. Outra coisa interessante é a
automação da petroquímica, que está adotando padrões
abertos, tecnologia IP. A área de TI está entrando
fortemente nisso, porque é processo trafegando
na rede — a segurança é muito importante. A empresa
tem a aspiração de ganhar o Prêmio Nacional da
Qualidade, e isso para mim é muito vantajoso,
a gente consegue emplacar muita coisa quando a
empresa busca as melhores práticas.
JADSON
— Como CIO de um grupo varejista em Aracaju,
não vejo mais dificuldades. Com a Internet, o
conhecimento é o mesmo no mundo todo. E os grandes
fornecedores batem na nossa porta, fazem parte
do nosso dia-a-dia. Tenho até dificuldade para
organizar a agenda. A G. Barbosa é uma empresa
com 33 lojas, fatura R$ 1 bilhão por ano, e isso
tudo interessa aos fornecedores. Quanto aos desafios,
tenho a sensação de que são os mesmos de qualquer
CIO: a governança da empresa, a convergência de
dados e voz, e a segurança da informação. Nós
saímos de uma administração familiar e patriarcal,
depois fizemos parte da Abbot, terceiro maior
grupo varejista do mundo, e agora estamos sob
o guarda-chuva de um fundo de investimentos americano.
Imaginem isso tudo acontecendo em quatro anos
— é um desafio entrar na modernidade e continuar
simples.
MAEL
— Sou da Companhia Ferroviária do Nordeste,
atuamos do Maranhão às Alagoas. A gestão da CFN
é nova, com três anos no máximo. A área de TI,
como gerência, passou a existir só este ano. Diante
da nova área de TI, senti falta de fornecedores
especializados no local, o que reduz muito o custo,
apesar de telefone, Internet e tal. Estamos desenvolvendo
um projeto com uma empresa de Campinas, especializada
em otimização do tráfego ferroviário, e todas
as viagens ficam por conta da CFN. Por isso, encaramos
as novas tecnologias com certa desconfiança: porque
pensamos em baixo custo, é melhor escolher tecnologia
com mão-de-obra local — que em geral é a tecnologia
já disseminada no Sudeste. Quanto aos desafios:
precisamos finalizar a estrutura da área de TI.
Metodologia, normas, política de segurança, estamos
começando tudo do zero. Hoje, trabalhamos no limite,
não fazemos muita coisa porque a equipe não está
ajustada. A TI deve virar uma prestadora de serviços
internos, mas queremos que ela tenha valor estratégico
para a empresa. Vamos centralizar os quatro sites,
melhorar o backup, terceirizar a impressão, usar
VoIP, instalar storage. Enfim, vamos reduzir custos.
Mas vamos também estruturar as informações dentro
da empresa. Temos o problema dos bancos de dados
em Excel — às vezes o usuário pega umas informações,
coloca no Excel, faz uns gráficos... E você tem
certeza que os números estão errados. Outro desafio
é ajustar processos. Um exemplo: a nota fiscal
transita tanto dentro da empresa que, às vezes,
some. Se a gente estruturar os processos, colocar
workflow, vamos ter melhorias e redução de custos.
Tudo isso porque a CFN era da Rede Ferroviária,
uma estatal, transportava todo tipo de mercadoria,
tendo ou não tendo margem. Mas, hoje, até trabalhamos
na criação de indicadores para o balanced scorecard.
LUIDGI
— Quero fazer uma distinção: existe o contato
e existe o conhecimento. A Agripec não tem problemas
no contato com fornecedores ou canais. Mas o conhecimento
está de fato centralizado no eixo Rio—São Paulo,
e isso aumenta o custo dos serviços de boa qualidade.
Falando de desafios: fazemos defensivos agrícolas.
Há quatro anos, o faturamento era de R$ 65 milhões
por ano. Este ano, a previsão é de R$ 750 milhões.
Há três anos, a Agripec nem tinha setor de TI.
A gente comprava servidores montados para colocar
uma aplicação, um e-mail, um Linux. Então, a TI
cresceu de forma desestruturada. Meu desafio agora
é estabilizar essa infra-estrutura, cuidar de
storage, da redundância. Outro desafio é estabilizar
o ERP. A Agripec não tinha um ERP até 2003. Este
ano foi operacional, com a empresa se adaptando
aos processos que já vêm no ERP; o ano que vem
será gerencial, vamos colocar um BI, o próprio
BI do ERP. De 2003 a 2005, tive de fazer muita
coisa às pressas, o desenho dos processos, a política
de segurança. Este ano, vi que muito disso não
é realidade. Em 2006, vamos pôr os processos no
papel exatamente como são realizados. E é um desafio
de todos nós reduzir o custo total, fazer com
que a TI ajude mais nas vendas, na logística,
na estratégia da empresa. Como a gente atua no
Brasil inteiro, e a tributação é muito diferente,
uma boa logística ajuda no lucro.
MANOEL
— A J. Macêdo tem 66 anos, fatura R$ 1,2
bilhão, despacha 70 mil toneladas de produtos
por mês, juntando macarrão, farinha, biscoito,
pipoca, gelatina. São 14 mil clientes e dez regionais
de vendas. Temos storage já consolidado com 3,5
terabytes, nosso ERP é Baan, são 200 mil e-mails
por dia, e este foi o ano da mobilidade. São 3.600
funcionários no Brasil, com 60 pessoas na equipe
de TI; nosso orçamento é de R$ 16 milhões. E nem
sempre somos bem atendidos pelos canais que trabalham
no Nordeste; nem sempre o canal local está capacitado.
A gente tenta acessar os fornecedores diretamente,
pelo nosso porte, mas nem sempre consegue. Um
dos nossos fornecedores passou dois anos sem nos
visitar. Quanto aos projetos, o de redução de
custos é muito importante. Nossa margem é apertada
e o preço fixo da indústria é bem elevado. Os
pontos de redução de custos são: telefonia móvel
e fixa, com telefonia IP; Linux, com outros software
abertos para situações específicas; consolidação
de servidores, mas com soluções de cluster ou
de grid, assim temos um leque maior de servidores
para escolher. Vamos contratar uma consultoria
para fazer o planejamento estratégico da TI; com
isso, já vamos fazer a governança da TI. Segurança
é fundamental, ainda mais com comunicação via
IP. A empresa entendeu isso, tanto que criou uma
área fora da TI só para cuidar da segurança. Temos
um escritório de projetos bem forte, também fora
da área de TI. Isso tudo é muito bom para a TI.
Nosso ERP tem dez anos, já não atende mais os
nosso processos, e vamos dizer aos acionistas
que é preciso trocá-lo, talvez em 2007. Estamos
tocando um BI com a SAP. Na área de sistemas,
adotamos o modelo de fábrica de programas, nós
damos a especificação, eles entregam o programa
já pronto, assim até desenvolvemos alguns fornecedores
locais.
GLEYBSON
— A Guararapes é um pouco mais nova que
a J. Macêdo, tem 60 anos. Fabrica 180 mil peças
de roupa por dia, tem 18 mil funcionários, 18
mil clientes ativos, e nosso principal cliente
é uma empresa do grupo, a Riachuelo. Mas as decisões
são independentes, inclusive as de TI. Temos basicamente
três desafios. O primeiro é a sincronização da
tecnologia com o negócio e, óbvio, com seu crescimento.
A gente trabalha com moda, mas, na tecnologia,
não posso consumir moda, seria uma irresponsabilidade.
O segundo desafio é diminuir a distância com os
fornecedores, não só a distância física, mas também
a de interesses. A gente consome produtos e serviços;
no caso dos produtos, a distância encarece; no
caso dos serviços, às vezes os canais são tão
pequenos que não conseguem se aproximar direito
do fornecedor, então falta qualificação. O terceiro
desafio é administrar novas áreas adicionadas
à de informática, como telecomunicações; hoje
respondemos por telefonia.
MARGARIDA
— Trabalho na área de TI que atende duas
empresas do grupo CVRD: a Alunorte e a Albras,
que ficam uma ao lado da outra em Barcarena (no
Pará). Na fase de planejamento, eu gostaria que
os fornecedores soubessem o que acontece conosco,
que dessem opinião — apesar de telefone, e-mail,
etc. Mas os fornecedores não aparecem, ou só aparecem
com certeza de receita. A Alunorte está dobrando
a produção, então estou fazendo um trabalho muito
forte de capacitação do pessoal local e de propaganda,
para ver se outras empresas da região instalam
coisas novas também, e assim desenvolvemos a região.
Atualização tecnológica e troca de experiência
é também mais complicado em Barcarena, porque
em São Paulo, para ir a um seminário, é só pegar
um táxi. Com busca e retenção de mão-de-obra é
a mesma coisa. Em empresas do nosso porte (as
duas juntas faturam US$ 1 bilhão por ano), a TI
precisa ser de nível internacional. Então, muitas
vezes, não temos a capacitação para pesquisar
e pensar sozinhos. Quando cheguei, em 2003, a
TI tinha muitos problemas. O software de simulação
de orçamento demorava três dias para rodar, e
às vezes dava problema nas últimas horas do terceiro
dia. Fizemos um plano para resolver os sete itens
mais urgentes, reestruturamos a área, definimos
processos baseados no Cobit, terceirizamos infra-estrutura
e sistemas. Descobri que o pessoal não tinha a
cultura de cobrar o fornecedor, não tinha a cultura
de exigir qualidade de serviço. Quanto aos desafios,
temos de consolidar a TI e começar o projeto de
telecomunicações industrial — ele inclui toda
a automação dos processos, fazer gestão da correia
transportadora, do embarque no navio. É difícil,
porque em Barcarena nem tem banda larga. Instalamos
este ano o ERP da Oracle (e todos os consultores
da Oracle estão em São Paulo). Foi um sucesso,
mas agora precisamos trabalhar na utilização plena,
temos de treinar o usuário para compensar o investimento.
Estamos pensando em BI e em balanced scorecard.
Outro desafio é fazer um catálogo com o custo
dos serviços — não para cobrar, mas para dar transparência
à TI.
SANDRA
— Somos uma estatal que concorre com empresas
privadas na venda de energia. Daí temos que superar
todas as amarras de uma estatal. A gente vem se
saindo bem nos leilões de energia. Então, o faturamento
de 2006 deve ser maior que R$ 3 bilhões. Somos
cerca de 6 mil empregados, com 4 mil usuários
da TI. Como estamos em Recife e somos grandes,
os problemas de distância são minimizados. Mas
o que disseram aqui vale para nós também. As dificuldades
da TI são maiores, porque a Chesf ficou três anos
na dúvida, privatiza, não privatiza, e investiu
pouco em TI nesses três anos. Agora, os desafios.
Consolidar a gestão da TI, com governança, agilidade,
segurança. Eficiência na gestão de projetos. Estou
treinando 50 pessoas da minha equipe (de 110 pessoas)
em gestão de projetos, com ênfase em gestão de
mudanças adaptada à realidade de quem contrata
pessoal por concurso público. Queremos desenhar
uma metodologia que faça a área de negócios assumir
o comando das mudanças. Modelagem de processos
é algo que precisamos também fazer. Criamos uma
equipe só para isso, de 11 pessoas, com o respaldo
de uma metodologia própria, integrada com o desenvolvimento
de sistemas. A gente vai, faz um raio X dos processos
da área de negócios, aponta como a TI poderia
ajudar; e aí negocia com o diretor da área. Na
infra-estrutura, vamos trabalhar fortemente na
consolidação de servidores; nosso ambiente está
meio desorganizado. Temos três grandes sistemas
que dão suporte à gestão da empresa, mas não temos
ERP. Não recomendo a estratégia, é melhor a decisão
por pacote. Com o portal corporativo na intranet,
vamos trabalhar para melhorar a gestão da documentação,
do conhecimento e das idéias. Temos um grupo de
pessoas perto da aposentadoria, um outro grupo
jovem, e uma grande lacuna no meio. O portal deve
ajudar a passar a história da Chesf para a equipe
mais jovem.
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